Bloco de apontamentos: de costas voltadas para o país

No passado fim-de-semana acabou o ciclo das boas notícias e estado de graça que a nossa classe política dominante vinha proclamando aos quatro ventos, cá dentro e lá fora. Com direito a romarias, beijinhos e abraços e muitas, muitas selfies. Pela pior das razões, a morte de 64 pessoas atingidas por um fogo devastador, o país, ou melhor a nossa classe política profissional, acordou para a dura realidade da vida.

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Acerca da competência e da incompetência a propósito da dissertação de Doutoramento do doutor Carlos Bernardes

Podemos definir a competência, saber-fazer que é, como a capacidade habilitante de alguém para julgar algo, reconhecendo-se a quem o faz essa autoridade. Assim se entende a competência como a “capacidade que um indivíduo possui de expressar um juízo de valor sobre algo a respeito do que é versado, idoneidade”, assim como a “soma de conhecimentos ou habilidades”[1].

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O poema constitucional

Caríssimo leitor, hoje venho falar-lhe de poesia. Bem sei que a Primavera vai avançadota, a dar para o terminado, e quando este artigo tiver as graças (ah! ah!) da publicação pode bem ser que o Verão esteja já na sua média força, quando os santos andam pelas ruas da alegrura e o cheiro a sardinha assada se confunde com o aroma do alcatrão fresquinho - isto é, quentinho - típico das quadras festivas eleitorais locais.

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Homenagem aos torrienses mortos na Guerra do Ultramar

Um soldado não pede muito: apenas pede “memória e respeito”. É sob a égide deste lema que o Núcleo da Liga dos Combatentes de Torres Vedras, presidido pelo senhor tenente-coronel Manuel Vilhena, organizou e realizou no passado dia 4 deste mês a cerimónia comemorativa do 91º ano da implantação do Núcleo da Liga dos Combatentes em Torres Vedras e 15º ano da inauguração do Monumento em Homenagem aos Torrienses Mortos na Guerra do Ultramar (1961-1974).

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O tempo passa e vamos amadurecendo

Muito jovem conheci na aldeia onde viviam os meus avós um Humberto, nome raro no universo do meu curto conhecimento. Passados anos descobri que havia mais universo e em Cascais descobri também mais um Humberto, vejam lá, rei de Itália. Logo o Humberto não era único, a aldeia era apenas uma curta parcela do universo, havia mais países, Humbertos e até havia reis para além dos das histórias que me liam.

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Bloco de apontamentos: licença para usar isqueiro

Já quase ninguém se lembrará que “no tempo da outra senhora”, ou seja, durante o governo de Salazar as pessoas precisavam de tirar uma licença para o uso de um simples isqueiro. Tratava-se de um pequeno papel emitido pelo Estado que custava 10 escudos e deveria ser transportado pelo dono do isqueiro. Em caso da falta de licença o portador do isqueiro era multado em 250 escudos e se este fosse funcionário público ou militar a multa poderia ser elevada para 500.

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O caso Carlos Bernardes e o IGOT: Não! Não são só “erros grosseiros”, há mesmo plágio e adulteração de textos alheios

A diretora do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT), professora doutora Lucinda Ferreira, declarou à agência Lusa que a comissão, por si nomeada no final de janeiro, para a avaliação da “tese de doutoramento” de Carlos Bernardes concluiu que "há indícios que podem justificar a abertura de inquérito", por terem sido detetados "erros grosseiros na forma de citação de algumas fontes", "apesar de considerarmos que os trechos da dissertação identificados, que aparentemente reproduzem textos não citados ou indevidamente citados, não representam parte materialmente significativa na tese, nem fundamental”, conforme aqui se fez eco o Badaladas em 26 de maio, baseando-se em nota da Lusa. Não há rigor nas conclusões dos doutos relatores. Três exemplos bastam.

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Vale da Azenha

Temos de reconhecer que os habitantes do Vale da Azenha têm razão quanto à demora da finalização de todo o processo relativo ao saneamento doméstico. Contudo, as  promessas feitas têm sido cumpridas e esta também o será muito  em breve. Recordar-se-ão (e disso dão conta os habitantes do Vale da Azenha que foram ouvidos) de que a rede de saneamento foi feita na sequência de um compromisso assumido numa reunião com moradores do Vale da Azenha, a que também esteve presente o então presidente da Junta da Freguesia de São Pedro, Paulo Bento.

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Hiper pista “Super Troll Cristina” regressa à Feira de São Pedro: em memória do meu pai!

Venho orgulhosamente comunicar a todos os torrienses que este ano a Feira de São Pedro volta a ser dignificada com a participação da “Pista Super Troll Cristina”, considerada a maior e a mais bonita pista de Portugal e agora remodelada. Pertencente à firma Patamar Divertido Diversões, por óbito do seu antigo proprietário Rui Oliveira, torriense e que durante mais de 30 anos participou na feira da sua terra natal, esteve afastado da mesma nos últimos quatro anos e morreu sem o voltar a fazer como era seu desejo. 

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Fogos florestais

A questão dos fogos florestais é, infelizmente, o assunto recorrente ano após ano. Chega o tempo quente e seco e com ele os fogos. O diagnóstico das causas está feito: a morte da agricultura familiar e com ela a desertificação do interior;  esse abandono levou ao crescimento sem controlo de matas, pinhais e eucaliptais. Este diagnóstico está feito e há intenções claras de dar a volta à situação, através da descentralização das questões da natureza, ambiente e floresta para os municípios. Mas será que isso chega?

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